Blog Desvendar Torrent
Encontramos 112 conteúdos nessa seção
Você está na página 1 de 14
Muitas pessoas ainda acreditam que a epilepsia é uma condição que aparece apenas na infância ou na adolescência. Mas isso não é verdade. Ela pode surgir em qualquer fase da vida e, depois dos 60 anos, sua incidência volta a aumentar. Hoje, a epilepsia é considerada uma das doenças neurológicas mais frequentes na população idosa.
Depois de uma crise epiléptica, é comum que a própria pessoa não consiga lembrar exatamente do que aconteceu. Familiares também podem esquecer detalhes importantes com o passar dos dias. Por isso, um recurso simples pode se transformar em um grande aliado durante o acompanhamento médico: manter um diário das crises.
Quando pensamos em epilepsia, a imagem que costuma vir à cabeça é a de uma pessoa tendo uma convulsão. Mas a realidade é muito mais ampla do que isso
Dormir bem faz diferença para praticamente todo o organismo. Para quem vive com epilepsia, pode fazer ainda mais
Uma das maiores preocupações de quem vive com epilepsia - e de suas famílias - é o trabalho. Posso exercer minha profissão? Preciso contar no emprego? Posso ser demitido? Vou sofrer preconceito?
Nas epilepsias farmacorresistentes - que são aquelas de difícil controle -, as crises podem ser frequentes, prolongadas ou associadas a comorbidades cognitivas e comportamentais. Nesses casos, pais, cônjuges ou filhos muitas vezes se tornam cuidadores permanentes
O cérebro é um órgão elétrico. Cada pensamento, movimento, memória ou emoção depende de pequenos impulsos elétricos que percorrem bilhões de neurônios organizadamente
Não é raro nas famílias com um filho com epilepsia de difícil controle que o irmão saudável amadureça mais rapidamente