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Todos nós passamos por períodos de maior tensão. Problemas no trabalho, preocupações financeiras, conflitos familiares ou mudanças importantes fazem parte da vida. Mas quem convive com epilepsia costuma fazer uma pergunta muito frequente: será que o estresse pode aumentar o risco de crises?
Confira informações essenciais para ajudar a combater o estigma e promover uma convivência mais acolhedora e inclusiva.
Embora a medicina tenha avançado muito no diagnóstico e no tratamento, o preconceito continua presente na escola, no trabalho, nos relacionamentos e até entre amigos e dentro da própria família.
Muitas pessoas ainda acreditam que a epilepsia é uma condição que aparece apenas na infância ou na adolescência. Mas isso não é verdade. Ela pode surgir em qualquer fase da vida e, depois dos 60 anos, sua incidência volta a aumentar. Hoje, a epilepsia é considerada uma das doenças neurológicas mais frequentes na população idosa.
Depois de uma crise epiléptica, é comum que a própria pessoa não consiga lembrar exatamente do que aconteceu. Familiares também podem esquecer detalhes importantes com o passar dos dias. Por isso, um recurso simples pode se transformar em um grande aliado durante o acompanhamento médico: manter um diário das crises.
Quando pensamos em epilepsia, a imagem que costuma vir à cabeça é a de uma pessoa tendo uma convulsão. Mas a realidade é muito mais ampla do que isso
Dormir bem faz diferença para praticamente todo o organismo. Para quem vive com epilepsia, pode fazer ainda mais
Uma das maiores preocupações de quem vive com epilepsia - e de suas famílias - é o trabalho. Posso exercer minha profissão? Preciso contar no emprego? Posso ser demitido? Vou sofrer preconceito?